Portais da Vida- Medicina da Vida-Parte I

Por Dr.Mauro Montaury.

 

O conhecimento de vida saudável no Ocidente é baseado no princípio mecanicista da ciência de causa e efeito.

 

O desenvolvimento das primeiras noções de saúde foi ligado às descobertas dos microorganismos que causavam as doenças.

 

A primeira forma de tratamento para as doenças, pré-industrialização ocorreu com a descoberta e descrição dos microorganismos.

 

Em 1877 Robert Koch identifica a bactéria causadora de doença no gato, o Antraz. Relaciona microorganismo causando doença.  

 

Lembrar que a penicilina foi inventada em 1928 por Alexandre Fleming em pão com bolor com Penicilinum chrysogenum ou P.notatum.

 

Em 1796 Edward Jenner inoculou material de vesícula de um paciente com varíola em uma criança de 8 anos, com proteção natural dada pela ordenha de vacas, e não adquiriu a doença varíola quando posta em contato com o vírus.

 

Antes da descrição dos microorganismos, antes da industrialização, antes da produção de agentes terapêuticos contra os microorganismos, o ser humano precisa se conhecer.

 

Na História da Medicina, a descrição no período grego, antes de Cristo, na época de Ouro de Péricles (400 A.C.), Hipocrates descrevia curas pela higiene e a fisioterapia, e princípios diversos de tratamento e um deles é a lei dos semelhantes usada na Homeopatia.

 

Esta pequena introdução foi com a finalidade de fazer uma descrição das lacunas da ciência no tempo e no espaço. Todas as descobertas são ligadas as doenças, microorganismos e terapias envolvendo estas doenças.

 

Vamos falar dos Portais onde fluem a vida e suas conexões, inter relações com os órgãos internos. A preocupação com higiene, uso correto, estimulação de suas funções, equilíbrio energético harmônico de seus portais. São nove os orifícios:

 

A porta da frente, o orifício sexual.

“Sabendo usar não vai faltar, falhar ou acabar”, diz o ditado popular.

O aparelho sexual genital é a porta de frente onde a energia criativa e toda força vital flui, sabendo controlá-la e lacrar hermeticamente, este potencial de energia vital durará mais tempo.

Temos idosos centenários sadios e com vidas moderadas e equilibradas com atividade sexual até passando dos 100 anos.

 

A Porta de trás, o orifício dos nutrientes.

O ânus é considerado a porta de trás e na Medicina Oriental referido como controlador da nutrição. Grande maioria das pessoas não sabe o que comer,quando comer,e como conseqüências não conseguem absorver os alimentos. Jogam a maior parte dos alimentos no vaso sanitário.Daí dizer que sua casa tem “um vaso de ouro”.

A importância de evacuar diariamente para reduzir o acúmulo de fezes no organismo.

Após a evacuação use água para higiene do ânus, quando não dispuser use papel higiênico umedecido. Massageie o cóccix e a região ao redor.Existe muitos vasos, artérias e veias que se entopem podendo provocar hemorróidas. As massagens ajudam ao mesmo tempo prevenir e a curar hemorróidas, assim como dissolver qualquer acúmulo nesta região inferior.

A arte da evacuação é tão importante quando a arte de se alimentar.

Fonte: Auto massagem chi. Método Taoísta de Rejuvenescimento. Autor:Mantak Chia.

 

Por Mauro Montaury Data:Ago 23, 2010 Comments : 22
 
 

Médicos Sem Fronteiras-Medicina da Vida. Parte I

Por Dr.Mauro Montaury

É uma organização sem fins lucrativos. Fundada em 1971 por um pequeno grupo de médicos e jornalistas acreditando que todas as pessoas deveriam ter acesso ao socorro médico de emergências .

É uma das primeiras organizações que oferece cuidados médicos urgentes e em calamidades, alem de chamar atenção para as condições de vida das populações assistidas.

É um movimento internacional médico e humanitário com escritórios em 22 países.

Participaram em 2008 mais de 25 mil médicos, enfermeiros, profissionais de saúde diversos, além de logística de administração, financeiro e engenheiro de água, saúde pública, atendendo pessoas em 65 países.

Desenvolve uma série de projetos adaptando as necessidades dos pacientes e das situações envolvidas.

Levam socorro às populações em perigo e às vitimas de catástrofes de origem natural ou humana e de situações de conflito, sem qualquer descriminação racial, religiosa, filosófica ou política.

 

 

Médicos sem fronteiras trabalham com neutralidade e imparcialidade reivindicando em nome da ética médica universal e do direito à assistência humanitária, a liberdade total e completa do exercício da sua atividade. Empenham em respeitar os princípios deontológicos da sua profissão e em manter uma total independências em relação a todo poder, bem como a toda e qualquer força política,econômica ou religiosa.

 

 

Em 1999 receberam o Prêmio Nobel da Paz.

 

 

Realizam recrutamento voluntário no mundo todo.Médicos Sem Fronteiras 

 

Segundo relatório anual de 2007, em relação aos recursos financeiros, são gastos em:

  • 83% dele em projetos de assistência médica e humanitária.
  • 11% em ações para conseguir mais apoio de doadores.
  • 6% em custos de administração.

Mantenha contato com MSF, via email: info@msf.org.br  

Colabore com Médicos Sem Fronteiras, através do Cupom de Apoio e Solidariedade, mais informações: site: www.msf.org.br + email: doador@msf.org.br + tel:21 2215-8688

Em 2008, MSF anunciou que aplicará 18 milhões para Dndi (Iniciativa para Medicamentos para Doenças Negligenciadas), como Chagas, Leishmaniose visceral, Doença do sono.

Por Mauro Montaury Data:Jul 20, 2010 Comments : 19
 
 

Dr. Sérgio Vaisman - Voce tomou a vacina anti-H1N1?

Por Dr. Sérgio Vaisman - Médico, especialista em Cardiologia e Nutrologia e se dedica à prática de Medicina Preventiva. Professor de pós-graduação nas áreas de Bioquímica e Bio-molecular, autor de várias publicações científicas. Profere aulas em Universidades de Portugal e Itália.

 

 - A polêmica gripe suína ou H1N1 continua provocando pânico em alguns segmentos principalmente após as recomendações oficiais para que a população não deixasse de se vacinar.

 

Mesmo assim, muitos temem a vacinação principalmente por causa da possibilidade de efeitos colaterais.

 

* Existe razão para esse temor?

 

É claro que sim pois todo tipo de vacina, onde um corpo estranho é inoculado no organismo, pode causar reações desde as mais leves, do tipo febril, até complicações mais serias que são, efetivamente mais raras.

 

Entretanto, não posso deixar de externar uma opinião que me incomoda muito. Nos últimos dias, a imprensa e muitos profissionais de saúde defendem a vacinação anti-H1N1 com ‘unhas e dentes” e tivemos a oportunidade de ouvir opiniões de muitos infectologistas e outros especialistas de renome endossando essa recomendação.

 

Eles frisaram que a vacina é segura e que pouquíssimos efeitos colaterais poderiam surgir.

 

Ora, isto todos sabemos! O que realmente queremos saber é se a vacina é EFICAZ mesmo ou, conforme muitas outras autoridades mundiais questionam, não oferecem proteção para os que a tomam.

 

Um renomado infectologista da Universidade John Hopkins e da Universidade de Yale, Dr. Philip Alcabes, declarou textualmente:

 

“Houve um tremendo exagero com a ameaça representada pelo vírus H1N1 que acabou como uma espécie de galinha dos ovos de ouro para os fabricantes de vacinas e as empresas farmacêuticas”.

 

Alem dele, Thomas Jefferson, epidemiologista e Professor de Medicina Preventiva no Royal Defence Medical College em Gosport, Inglaterra afirmou também: “”Há toda uma indústria esperando por uma pandemia ocorrer.

 

Desta indústria fazem parte a OMS (Organização Mundial de Saúde), os oficiais de saúde pública, virologistas e as companhias farmacêuticas.

 

Eles contruiram esta máquina ao redor das pandemias iminentes.

 

E há muito dinheiro envolvido, e influência, e carreiras, e instituições inteiras. E bastou apenas um destes vírus de gripe sofrer mutação para este maquinário todo começar a funcionar.”

 

“A definição de pandemia foi alterada em Maio de 2009, retirando a parte que se referia a alta mobilidade, grande número de casos graves e mortalidade, de forma que esta nova definição poderia muito bem se encaixar com a gripe sazonal”.

 

Outro respeitável cientista, Dr. Kent Holtorf, médico com doutorado em medicina pela Universidade de St. Louis e especialista em doencas infecciosas.

 

“Eu me preocupo mais com a vacina do que com a gripe suína”.

Pois bem, se dermos credito aos que possuem respeitada biografia cientifica, podemos dar razão a todos os que se recusem a tomar a vacina pois uma pergunta pode ser feita sem o menor constrangimento: “Cadê a epidemia?”.

 

Alguns paises europeus PROIBIRAM a vacinação contra H1N1 porque sabem que a vacina realmente NÃO foi testada rigorosamente pois não daria tempo de faze-lo devido ao tempo exíguo no qual foi fabricada. Para aumentar a efetividade dela, foram adicionadas quantidades de alumínio, mercúrio e outros conservantes químicos que são passiveis de produzirem doenças mais graves nos próximos anos.

 

Apesar de respeitar as opiniões de colegas que apareceram na mídia para darem seu endosso à vacinação, quero frisar que o meu receio não é o de que ela possa provocar febre reacional ou alguma reação alérgica mas, sim, a médio e longo prazo, efeitos deletérios para o organismo daqueles que a utilizarem.

 

Sei que alguns me criticarão por ser um mensageiro de catástrofes futuras mas, realmente, não podemos também aceitar as expectativas catastrofistas que não confirmaram as previsões e que não se configurarão, certamente.

 

Muito mais sábio do que tomar uma vacina de condições não bem conhecidas é a preocupação em se reforçar as defesas do organismo para enfrentar qualquer tipo de doença infecciosa que nos apareça pela frente.

 

Segundo o Professor Dr. Philip Alcabes, o surto de H1N1 foi bastante pequeno e houve um tremendo exagero com a ameaça representada pelo vírus H1N1 e que “acabou como uma espécie de galinha dos ovos de ouro para os fabricantes de vacinas e as empresas farmacêuticas.

 

O Dr. Alcabes insistiu em que a gripe suína foi um fiasco antes de que a vacina fosse produzida e, conseqüentemente, fez com que a imunização em massa não fosse mais necessária.

 

As campanhas só aconteceram, disse ele, porque as empresas farmacêuticas, os políticos e os meios de comunicação induziram o pánico de o H1N1 repetiria a mortal pandemia de gripe de 1918. O especialista disse também que não é claro se a vacina teve qualquer efeito em impedir que o H1N1 se espalhasse.

 

Desta forma, ficam lançados os tópicos de polêmica para que cada um de nos decida de acordo com a sua consciência.

(abril de 2010)
Por Mauro Montaury Data:Abr 30, 2010 Comments : 26